A igreja de hoje se parece muito com a Branca de Neve.
Bonita, bem-intencionada, cheia de boas falas…
Mas ingênua.
Dormiu enquanto o inimigo trabalhava.
Confiou demais em aparências.
Aceitou a maçã sem discernimento.
Cercada de “anões” — gente ocupada, mas sem governo espiritual.
Cada um fazendo sua função, mas ninguém vigiando a porta.
Muito ativismo, pouca sentinela.
A bruxa não chegou feia.
Chegou doce.
Chegou moderna.
Chegou com discurso de amor sem verdade, graça sem arrependimento, inclusão sem santidade.
E a igreja comeu.
Agora está adormecida.
Não morta, mas entorpecida.
Respira culto, mas não ora.
Canta sobre céu, mas vive agarrada à terra.
Fala de Jesus, mas rejeita Sua cruz.
E o mais grave:
Ela não espera mais o Noivo…
Espera um príncipe político, um sistema, uma solução humana que a acorde.
Mas não será um príncipe que despertará a igreja.
Será a voz do Noivo.
“Eis que o Noivo vem!”
Não com beijo de conto de fadas,
mas com chamado ao arrependimento.
A igreja não precisa de maquiagem.
Precisa acordar.
Precisa vomitar a maçã.
Precisa discernir o tempo.
Porque o relógio corre.
O sono é perigoso.
E quem dorme demais… pode perder o encontro.
Desperta, tu que dormes.

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